Surgem para nós muitas possibilidades que são anuladas, observo este fenômeno que se repete continuamente. No fundo, mesmo lendo tanto, pensando tanto e filosofando tanto, a gente gostaria mesmo de ser simples e feliz.

No lugar de nos perguntarmos se tomamos a estrada errada, em alguns momentos da nossa vida desanimamos, pensamos ser impossível alcançar aquele resultado e nos desesperamos. Alguns empecilhos nos parecem absolutos e intransponíveis. O que nos convém nesses momentos de tempestade é indagar racionalmente o porquê de eu não responder com ação ao ponto lá, onde a minha ambição me está chamando agora.

Perguntar-se então: qual tem sido o critério das minhas escolhas? Por que tenho colocado  situações que determinam sempre os mesmos efeitos? E se eu tivesse tomado a estrada errada?

A escola é uma ferramenta, mas não pode substituir a pessoa na sua responsabilidade. Um pequeno empresário, sozinho, pode levar adiante tantos outros, porque ao realizar o seu sucesso torna-se serviço e providência para os demais.

Atentas queridas amigas! As mulheres têm uma função social!

Encontramos na obra Economia e Política Hoje, que “não havendo ambição, a inteligência é inútil”, pois a vontade está no mesmo patamar da inteligência, ou seja, os melhores resultados são conquistados por quem tem maior vontade, pois não raro a pessoa inteligente se acomoda, isto é, não demonstra vontade e nem ambição.

E se eu tivesse tomado a estrada errada?

Analiso a situação e prossigo de acordo com aquilo que sei fazer, com projeto que desejo realizar e com a circunstância em que me encontro agora.

Sem medo!

O que importa é sentir prazer naquilo que faço: ser simples e feliz!

Ao sucesso queridas amigas!