Por Alice Schuch, doutora em gêneros pesquisadora do universo feminino

Sempre foi assim, alguém procura a verdade para si e depois abre a outros. Pensamos que aquele que encontra a sua estrada deve mostra-la, pode ser útil à muitos, imensa é a alegria em ver o desenvolvimento saudável dos amigos.

O mar é formado por tantos rios: tem espaço para todos.

O outro é teu irmão e o teu irmão és tu. Somos indivíduos, mas ao mesmo tempo somos parte de um conjunto. Somos indivíduos ao interno de um universo formado por partes singulares.

Não estamos sós, devemos ter a capacidade de funcionar em relação. Somos uma parte que age para um escopo geral. Quanto mais sadios são os componentes, mais vital será o grupo.

Um pequeno homem pode mudar o mundo, assim como uma maçã sadia alimenta.

O único medo seria não encontrar a estrada. Depois de Vê-la basta caminhar. Muitas vezes é trabalho pesado, mas trata-se de um fazer com escopo claro, consciente.

Aqui não temos escolha. Descoberto o caminho, convém andar. Trata-se de decidir como usar este tempo que recebemos de modo grátis. Quando te tornas por como és, és alegria.

É somente conscientizar e fazer. Sem a ação, podes ter boa vontade, mas não é suficiente.

A história é feita de pessoas em evolução concreta, é feita de pequenos homens que, como nós, caminham.

Quando visualizamos o nosso projeto de modo claro, transparente, basta realiza-lo, é aquele, não é outro. Para uma outra pessoa será diverso, mas aquele é o meu. Lá eu sou, me torno, sinto paz, saúde, sou realizada. Fora daquele projeto, não sou eu. É simples tirocínio, decisão consciente de saber-se e depois agir historicamente.

Cada uma de nós de acariciar a maravilha que é, mas não basta ser, temos esse tempo histórico para fazer-nos evidência.

Joga, luta, mas sabe aonde vai!

Boa viagem amigas!!!