por Alice Schuch: doutora, escritora, palestrante e pesquisadora do universo feminino

Falando sobre experiências vivas procuramos pesquisar como agem aquelas mulheres que deixam a própria energia fluir e não reprimem, suprimem, negam, rejeitam ou temem as suas experiências ponta. Mulheres que se apercebem o alto valor de sua inteligência, o qual usam para cultivar a si mesmas e gerenciar aquilo que no social entra em relação com elas.

Segundo refere Maslow, uma pessoa quando vivencia experiências culminantes sente-se integrada, unificada e total, no auge dos seus poderes. Age de modo inteligente, perceptivo, forte, gracioso e usa as suas capacidades da melhor e mais completa maneira. É um instrumento afinado, um rio sem represa ou, como pontua Rogers, sente-se em “pleno funcionamento”.

Lembramos imediatamente de um filme que nos traz uma mulher líder em ação plena. Miranda, no filme O Diabo Veste Prada, representa uma empresária que se mantém constantemente na vanguarda, uma líder com superior capacidade de ação. Sua presença comunica vida, coragem e reponsabilidade para toda a equipe, que na sua líder encontra uma personalidade capaz de irradiar calor suficiente para que eles também possam crescer e amadurecer. É uma personagem forte, superior e capaz de vitória.

Como Miranda vivencia experiências tão especiais? Miranda ciente da sua própria natureza não perde tempo, responde com um sim incondicional ao seu projeto com capacidade criativa, é sempre economicamente calculada ao ponto de realização.

É uma força que avança com seu chefe.

Uma bela mulher!

Ao sucesso!