Alice Schuch, professora e consultora conferencista do universo feminino

Vaidade, vaidade doida, tudo é vaidade, diz o grande artista holandês Rembrand, nascido em 1606, já naquela época desiludido com a sociedade consumista de seu tempo.

Conta-nos a história que o czar russo Pedro, o Grande (1672 – 1725), manteve alguns hábitos simples, hobbies que garantiam a pureza do seu íntimo e o protegiam da demasiada exposição na corte, onde como em qualquer outro centro de poder impera a vaidade, a disputa desenfreada e a luxúria, que por fim concorrem para envolver e destruir o líder de turno.

Os ensinamentos de Confúcio (551 – 479 a.C.) de influência incomensurável no Oriente, especialmente na China, mais do que uma filosofia constituem-se na visão do homem moralmente ideal, dotado de excelência ética, que, segundo o mestre é algo a ser construído aos poucos, momento por momento, nas pequenas ações diárias.

E quanto aos Natais de Confúcio? Diz o Mestre: aos quinze anos, dediquei-me de coração a aprender; aos trinta, tomei uma posição; aos quarenta, livrei-me das dúvidas; aos cinqüenta, entendi o Decreto do Céu; aos sessenta, meus ouvidos foram sintonizados; aos setenta segui o meu coração sem passar dos limites.

É Natal, descubra o seu caminho e, sem dele desviar-se, aja, revele-se, exprima-se, desenvolva seus projetos pessoais em sucessivos inícios, isto sim é vida produtiva e feliz, pois: o nascimento é contínuo para quem cresce e se realiza, não para quem para e se faz patologia, explica o filósofo Antonio Meneghetti.

A vida é uma, mas os nascimentos acontecem momento por momento!

Quer crescer? Então venha!

Por quê? Porque você merece!

Até o nosso próximo encontro!