Como realizar-se com alegria, evoluindo da mulher como o segundo sexo de Simone de Beauvoir, à mulher ser humano e, finalmente agindo a mulher-mente, protagonista proposta pelo Neofeminino sugerido por Alice Schuch? 

Que circunstâncias restringem ainda hoje a liberdade das mulheres e quais pode ela superar sem trair a essência que é?

No início, independentemente da idade, é preciso andar devagar, pois neste percurso proposto para as mulheres no Terceiro Milênio, não temos ainda segurança e precisamos estar atentas para não voltar atrás. Não raras vezes nossos velhos hábitos teimam por suas lembranças nos fazer desejar retornar à antiga estrada, lê-se na obra, Mulher: aonde vais? Convém? 

Um projeto vencedor é sempre a proposta de um líder, caminha com a sua energia e baseia-se na sua inteligência, ou melhor: o projeto é o líder. Que este seja mulher ou homem é indiferente, pois a inteligência é um dote do ser humano anterior à determinação do sexo, pontua Antonio Meneghetti.

Não convém olhar para os nossos empreendimentos apenas como parte de um mercado, é a relação saudável entre as pessoas o problema no mundo de hoje: saber servir às exigências do nosso cliente, apresentar o meu produto de modo digno, isto sim proporciona prazer na interação do business. Sensibilidade, cortesia e serviço sempre foram e serão fatores determinantes nos negócios.  

Nós, mulheres, temos a capacidade de gerar, é a responsável iniciativa individual que produz todas as coisas, o consenso não importa, é a pessoa que faz a diferença. Se queremos entrar no jogo da vida como vencedoras, precisamos nos dar conta da maravilha que somos e demonstrá-lo como uma presença responsável de ação concreta.

Genial é descobrir o óbvio: para buscar o êxito é fundamental ter a intenção de pretende-lo e colocar essa intenção em um planejamento estratégico a desenvolver.

E finalmente, parafraseando Steve Jobs: “Ir para a cama á noite, dizendo que fizemos algo de maravilhoso, isso importa para mim”.

Somos aquilo que fazemos!

Até a próxima!