Alice Schuch, professora e consultora conferencista do universo feminino

Tantas vezes observamos o mundo em que vivemos como um teatro perverso, mas o ser humano tem tudo quanto precisa para realizar-se.

Vamos refletir sobre isso?

Não é a pessoa que eu amo ou que eu odeio que me obriga a colocá-la prioritária a mim. Posso sempre escolher, selecionar minhas relações, meus amores, meus amigos, meus ambientes, minhas opções e nem mesmo a sociedade pode sobrepor-se a mim sem o meu consentimento.

Os meus contatos, como e onde quer que aconteçam são decididos por mim: eu escolho, dou entrada, abro o acesso àquela pessoa, àquela situação, àquela relação: jamais é a força do outro, pois no meu interior ninguém é mais forte do que eu, refere a obra, O Em Si do Homem.

Parece-nos claro então que se algo não está bem para mim em modo constante depende de escolhas que eu faço em desacordo com a minha pessoal natureza.

Qual é a idéia?

Comportar-se bem com todos porque vivemos em sociedade. Agir de acordo com a boa educação significa conquistar a própria liberdade, respeitando os demais. Ser uma boa pessoa, andar com ordem e, sem lesar os códigos locais prosseguir além gradativamente.

Muitas são as estradas que se pode trilhar: uma profissão, uma arte, um trabalho.

Cada uma na sua simplicidade pode regular suas ações dia após dia, mirando sempre a liberdade até chegar àquele ponto no qual descobre estar pronta para investir na liderança pessoal.

Torna-se claro então para você que no seu íntimo ninguém é mais forte do que você e com alegria verificará em primeira pessoa que a direção do sucesso da sua vida depende sempre das escolhas que você faz a seu favor.

A isso eu chamo renascer!

Feliz Natal!